|
||||||||||
|
||||||||||
|
|
||||||||||
|
||||||||||
| Patrocinador : - | ||||||||||
| Presidente : Heung Tae Kim | ||||||||||
| Fornecedor de material : - | ||||||||||
Mascote
: Galo
|
||||||||||
| Títulos : - | ||||||||||
|
Time Base em
2010 :
Carlos Carioca, Leandro, Lombardi, Wanderson e Fabiano Sousa;
Fabiano Campos. Naves, Velickae Cassiano; Fabiano e Luan.
|
||||||||||
| Técnico em 2010 : Karmino Colombini | ||||||||||
| Cores : Vermelho e amarelo | ||||||||||
Uniforme
:
|
||||||||||
| Escutar
Hino -->>
|
||||||||||
| Última atualização: 08/06/2010 | ||||||||||
| Escudo antigo |
![]() |
|
Hino Oficial do Atlético
AUTORES : Leornes Ferreira e Jung Wang
Lamberti Ferreira |
Historia
Origem
Em meados da década de 80, a cidade de Sorocaba possuía um time de basquete que
era patrocinado pela Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social de Sorocaba
(URBES), órgão da Prefeitura Municipal da cidade, que arcava com 70% das
despesas do time, e pela MINERCAL, empresa da família Pagliato, que custeava os
outros 30%. Este time vencedor tinha como destaque principal, a Rainha Hortência
(ela ficou nove anos em Sorocaba), que começava a se projetar mundialmente para
mais tarde conquistar o Hall da Fama na NBA.
Com a decisão da Prefeitura em não mais continuar na parceria, o Dr. Benedito
Pagliato decidiu encerrar o time, já que ficaria inviável para sua empresa arcar
sozinha com os altos custos de uma equipe de ponta. Foi então que o empresário
João Caracante Filho, proprietário da Construtora Costecca, foi procurado e
aceitou dividir com a Empresa Minercal o patrocínio do time. Esta parceria
MINERCAL/COSTECCA ocorreu em 1990, que durou apenas até o final daquele ano,
quando o Dr. Benedito Pagliato decidiu retirar sua empresa do patrocínio.
Fundação do Clube Atlético Sorocaba
Basquete
Em 21 de fevereiro de 1991, o Dr. Caracante fundava o CLUBE ATLETICO SOROCABA,
cujo emblema e cores representam fielmente a cidade de Sorocaba. E, juntamente
com o basquete, outras modalidades passaram a fazer parte do Clube, como
atletismo, bicicross, ciclismo, futsal, judô, natação, handebol e voleibol.
Em 1992, surge a parceria com a Nestlé para o basquete feminino, formando uma
equipe imbatível que ao longo dos anos contou em seu elenco jogadoras como
“Magic Paula”, Marta, Ana Mota, Branca, Janete, Adriana, Vânia, Vanira
Hernandes, Branca e outras jogadoras de ponta como Cíntia Tuiú, Alessandra e
Claudinha, que mais tarde também integraram à seleção brasileira. Este elenco
conquistou títulos Paulista, Brasileiro, Sul-americano, Pan-americano e Mundial
Interclubes. Esta parceria Atlético/Nestlé existiu até 1996.
Vôlei
Em 1993, a Nestlé decidiu fortalecer e dar uma característica mais jovem ao seu
tradicional produto Leite Moça, aproveitando-se da conquista da medalha de ouro
pelo vôlei masculino em Barcelona em 1990. O Atlético Sorocabaencarou o desafio
de montar um time de primeira linha no voleibol feminino, que tivesse a “cara”
do produto da Nestlé. Eram moças lindas, cheias de energia e acima de tudo
vitoriosas, inspirando as donas de casa brasileiras.
As atletas que vestiram a camisa da equipe feminina de vôlei Nestlé/Atlético,
foram, entre outras, Ana Mozer, Karen Negrão, Fernanda Venturini e Ana Paula,
além da norte-americana Tara Cross. E com a ajuda desta forte equipe,
projetou-se no Brasil esta modalidade esportiva e deu notoriedade a estas
atletas, que hoje são conhecidas e respeitadas no país inteiro. Outras cidades e
empresas se empolgaram com o retorno do investimento e começaram a acreditar no
vôlei. Cada partida era uma festa completa, com transmissões pela TV, milhares
de camisetas distribuídas a torcedores, que explodiam de alegria a cada ponto
conquistado e torcia incansavelmente incentivando ao time. Aliás, nos ginásios
de esportes, não apenas em Sorocaba, mas em cada lugar que o time
Nestlé/Atlético chegava, todos se contagiavam com o espetáculo da torcida.
O retorno financeiro para a Nestlé foi imediato e o Leite Moça alcançou recordes
de venda, segundo dados da própria empresa. Esta parceria vitoriosa durou até o
final de 1997, quando a Nestlé mudou-se para a cidade de Jundiaí, vindo a
abandonar o vôlei de quadra um ano depois, por não conseguir alcançar os
retornos obtidos no Atlético Sorocaba.
Futebol
No dia 15 de março de 1993, o futebol passa a fazer parte do Clube Atlético
Sorocaba. Isso ocorreu através da iniciativa do Dr. João Caracante em buscar uma
fusão com o Clube Atlético Barcelona e unir-se com o Estrada de Ferro Sorocabana
Futebol Clube, de quem seria utilizado o estádio de Futebol Dr. Rui Costa
Rodrigues para o mando dos jogos. A primeira idéia era reformar o Estádio
“Euzébio Moreno”, onde jogava o Barcelona, mas o local era muito pequeno e não
se permitia ampliações para a construção de arquibancadas com capacidade para 5
mil pessoas, como exigia a Federação Paulista de Futebol. Então, Caracante
entrou em entendimento com a diretoria do Estrada de Ferro Sorocabana, com o
qual foi firmado um contrato de comodato entre as partes, e com base neste
acordo, as reformas começaram em ritmo frenético para adequar às condições
exigidas pela FPF.
O investimento inicial, para sediar jogos da Série B1 na época, foi em torno de
70 mil dólares, para atender as exigências da FPF que pedia adaptações para que
o local pudesse sediar jogos de futebol profissional, oferecendo conforto e
segurança para a torcida, jogadores e árbitros. O gramado foi totalmente refeito
com o plantio de três mil metros quadrados de grama e o campo passou a medir
106X58 metros.
Bilheterias, túneis independentes para os times, vestiários, torres de
iluminação, pára-raios, novas traves, alambrados no campo, reforma nas
instalações elétricas e hidráulicas dos vestiários, troca da madeira da
arquibancada que é sustentada por uma estrutura metálica, além de redes de
telefones para as cabines de rádio, tudo foi providenciado para atender as
exigências da FPF e o Corpo de Bombeiros. As cores, vermelha e amarela,
coloriram o Estádio, que finalmente estava pronto para receber seis mil pessoas
e passar a sediar os jogos do então recém nascido clube de futebol.
Era 26 de setembro de 1993, o Estádio do Estrada de Ferro foi inaugurado,
completamente lotado, utilizando sua capacidade máxima de seis mil lugares,
refletindo o desejo da população sorocabana e região em conhecer o novo time e
agitar as bandeiras vermelhas e amarelas, distribuídas na entrada deste novo
palco de espetáculo. Começava então um árduo trabalho para aumentar a torcida
atleticana, que era na prática, conquistar a confiança e o amor de novos
torcedores. Para isso foram feitas muitas promoções durante vários anos,
incentivando não apenas os homens a prestigiarem aos jogos, mas também as
mulheres que quase nunca compareciam. A criança e o jovem passaram a ser o
principal público alvo da diretoria. E em parcerias com as escolas, cerca de
três mil alunos se beneficiavam da promoção. E dentro do estádio, faziam show à
parte incentivando o time.
O primeiro jogo oficial neste estádio foi vencido pelo Atlético por 4 a 1 contra
o Garça. E a partir de então começa uma seqüência de vitórias que levaram o
Atlético à conquista do título daquele ano, sagrando-se Campeão da Série B2 e o
acesso à Série A3 do futebol paulista. E no ano seguinte foi investido mais de
um milhão de dólares na construção de arquibancadas de concreto, ampliando a
capacidade de público para 15 mil lugares.
Dentro de campo o time tinha o então experiente Serginho “Chulapa”, que já havia
brilhado como grande artilheiro nos times do São Paulo FC, Corinthians Paulista
e Santos FC. O técnico era Walter Zaparolli.
A difícil trajetória
Em 1994 o time terminou em quarto lugar no Campeonato Paulista da Série A3.
Houve altos investimentos, mas não surtiram efeito desejado. Em 1995, em meio a
séries de contratempos e dificuldades financeiras, o time não foi bem. Neste
mesmo ano o São Bento foi rebaixado para a série B2, fato este que não se
concretizou porque as equipes que subiram para a A3 não possuíam Estádio para 15
mil pessoas exigido pela FPF. Atlético e São Bento, portanto, continuavam na
mesma divisão, a Série A3.
O Primeiro Centro de Treinamento
Em novembro de 1996, em função da grave crise financeira, o Dr. Caracante
decidiu utilizar o espaço ocioso que antes era ocupado por sua Empresa de
Cosméticos, a Palermont, situada à Rodovia João Leme dos Santos- estrada para
Salto de Pirapora- a abrigar todas as categorias de futebol e escritórios no
mesmo local, concentrando atletas, funcionários e diretoria em um único lugar,
tornando este local o Centro de Treinamento do Clube.
No período de 1996 a 1999, com a crise financeira ainda persistindo, o time
apenas tem lutado para se manter na Série A3 do Campeonato Paulista. Embora, em
1997, uma luz parecesse acender no final do túnel, através do então diretor
Edgar Moura, que trouxe o patrocínio da empresa Wanel. Mas, o sonho durou apenas
cinco meses, com a Wanel patrocinando parcialmente o time profissional. Sem
empresas patrocinando de maneira contínua o futebol, ficava muito difícil a
sobrevivência. A saída foi então priorizar as categorias de base, com o intuito
de revelar jogadores que pudessem ser utilizados no time profissional ou até
mesmo como fonte de renda do clube. Neste tempo surgiram jogadores revelados
como Evilar, Éder, Brasília, Ednei (hoje preparador de goleiro do time
profissional), Anderson, Alemão, Taquá, entre outros.
No final de 1999 refloresce a esperança com um novo patrocinador, a empresa
Lucky, que pretendia divulgar os salgadinhos, “Torcida”. Naquele ano o Atlético
terminou o 1º turno em excelente colocação, mas não conseguiu repetir a mesma
campanha no segundo turno e acabou escapando por muito pouco do rebaixamento,
fazendo uma das piores campanhas de sua história.
A NOVA ADMINISTRAÇÃO
Devido enormes dificuldades que o Atlético Sorocaba enfrentava no final da
década de 90, o Dr. João Caracante colocou o Clube a venda. O Dr. Marco Polo Del
Nero, então presidente do SINDBOL, Sindicato dos Clubes de Futebol do Estado de
São Paulo, que havia prestado serviços de advocacia à Associação das Famílias
para Unificação e Paz Mundial (AFUPM) do Brasil, introduziu o Clube a alguns
associados, que visualizaram uma grande oportunidade de realizar por meio do
esporte alguns objetivos sociais e humanitários da entidade, em prol da paz
mundial. Este foi o real interesse da AFUM em desejar administrar um clube de
futebol no estado de São Paulo.
No dia 04 de abril de 2000, a nova diretoria assume a administração do Clube,
que ficou composta desta maneira: Presidente - Heung Tae Kim; Vice-Presidente -
Waldir Cipriani e Diretora Administrativa - Ho Kum Kim Chung, carinhosamente
chamada de Senhora Kim. Como gerente administrativo e pessoa de confiança da
administração do Clube, o prof. Benedito Sampaio foi chamado para o cargo. A
nova administração imediatamente fez mudanças na comissão técnica, estabelecendo
o senhor Fernando Francisco Vieira (Major Vieira), como o novo gerente de
futebol.
Em 06 de maio de 2000, em rápida passagem por São Paulo, o casal, Reverendo Dr.
Sun Myung Moon e Senhora Moon, visitaram durante 2 horas o CT, Estádio Rui Costa
Rodrigues, quando expressaram seu desejo de apoiar o Clube em seus objetivos
estatutários, com o objetivo de utilizar o futebol brasileiro como instrumento
para a paz mundial.
No mês seguinte o clube adquiriu um ônibus leito para viajar o time principal
aos jogos e um ônibus urbano para levar, tanto o time profissional como o
atletas da base (infantil, juvenil e júnior), para os jogos e treinos em seis
diferentes campos dentro e fora de Sorocaba. O clube ainda não tinha campos
próprios de treinamento.
A nova diretoria assumiu o Clube na Série A3 do Campeonato Paulista. Devido a
grande união e absoluta dedicação de todos os setores do Clube, evitou-se
naquele ano o rebaixamento para a então Série B1A do Campeonato Paulista.
Em outubro de 2000, o time profissional fez sua 1ª excursão para a Coréia do
Sul, permanecendo 1 mês em terras orientais. Este foi o primeiro grande
marketing do Atlético Sorocaba em âmbito internacional.
O ano de 2001 foi muito importante e significativo para o clube. Em janeiro
adquiriu-se a Fazenda São José, de 98 alqueires, hoje, denominada Fazenda Ipê.
No primeiro semestre conquistou seu primeiro acesso, desta vez para a Série A2
do Campeonato Paulista. É importante registrar que a nova comissão técnica
trazia junto os senhores João Donosor Martins e Luiz Antonio Francisco de Paula
(Nei). João Martins era chamado carinhosamente de "martim pescador". As
categorias de base passaram a ter grande qualidade. Na Taça São Paulo de
Juniores de 2001, goleamos o Internacional de Porto Alegre em 4x1. Este, também
foi o ano que a diretoria do Clube, foi procurada pela diretoria internacional
da AFUPM, com o objetivo de formatar a Peace Cup (Copa da Paz). Hoje,
mundialmente conhecida, tendo realizado neste ano de 2009 a sua 4º Edição na
Espanha.
Os dois fatos históricos mais importantes do ano 2002 foi a frustrada tentativa
de acesso a Serie A1 do Campeonato Paulista, tendo criado time muito forte da
Série A2 daquele ano. O outro acontecimento que realmente marcou a história do
Clube foi a assinatura de contrato com a “Péle Promotion”, em Seul, Coréia do
Sul, para a realização da Copa da Paz, no ano seguinte.
Em junho de 2002, a diretoria do clube reestruturou a comissão técnica
profissional e da base. O prof. Waldir Cipriani, além de atuar como
Vice-Presidente, passou a gerenciar diretamente o futebol. Estabeleceu o João
Martins como técnico do time profissional e o Nei, como técnico do time Júnior.
O time Júnior (sub20), sagrou-se campeão Paulista da Série A2/A3 da categoria,
que foram unidas para disputar o mesmo campeonato naquele ano. No 2º semestre o
time fez excelente campanha no Campeonato Brasileiro da Série C, sendo eliminado
pelo time do Maríla, na 3ª Fase, quando acabou subindo para a Série B. Com esta
forte base da Série C e algumas novas contratações, somadas a uma gestão muito
bem sucedida, o time subiria no ano seguinte para a Série A1 do Campeonato
Paulista em 2003, com o João Martins como técnico (continua em breve).
Fonte : Site do clube