Em seus primeiros cinco anos de
existência, o Campinas mandou seus jogos na cidade de Pedreira,
distante 44km da sede do clube. Neste período, a equipe disputou a
Série B1-B do Campeonato Paulista, quinto nível do torneio, sem
equivalência no sistema atual.
Em 2002, por problemas financeiros, a
equipe licenciou-se da Federação Paulista de Futebol. No ano
seguinte, graças a pequenos empresários e membros da comunidade
campineira, o time retornou ao profissionalismo e passou a jogar,
pela primeira vez, na cidade que lhe empresta o nome.
A nova casa passou a ser o estádio
Horácio Antônio da Costa, o Cerecamp, tradicional campo de Campinas
que abrigou, nas décadas de 1940 e 1950, o Esporte Clube Mogiana. A
Mogiana desapareceu na década de 60 e o estádio ficou abandonado por
quarenta anos até ser reformado pelo Campinas, em 2003.
A equipe voltou para o Paulistão na
Série B2, quinta divisão, em 2003. O clube ficou dois anos neste
nível até que, em 2005, houve a unificação das Séries B1, B2 e B3 –
quarta, quinta e sexta divisões – em uma única, a Segunda Divisão
(quarto nível).
No seu primeiro ano na nova
competição, o Campinas chegou à segunda fase, onde foi eliminado. Em
2006 passou para o quadrangular decisivo, ficando em terceiro lugar.
Em 2007, foi líder de seu grupo na primeira fase, mas novamente foi
eliminado na segunda etapa. Após três anos de grandes campanhas, o
tão esperado acesso chegou em 2008.
Em 2009, em sua
primeira participação na Série A3, o Campinas ficou na 12ª
colocação, com sete vitórias, cinco empates e sete derrotas em 19
jogos. A posição intermediária na tabela garantiu ao clube mais uma
temporada no terceiro nível do futebol paulista.