Operário
 C. E. Operário
Data de Fundação : 01/05/1949
Rua Brigadeiro Eduardo Gomes, 630 - Várzea Grande/MT
CEP 78.125-000
Telefone : -
Fax : -
Web site : -

 Nome Estádio :  Engº. José Fragelli
 Capacidade :  47.000 espectadores
 Inauguração :  08/04/1976
 Medidas :  110 X 75 m
 Endereço :  Av. Agrícola Paes de Barros, s/n
Patrocinador : -
Presidente : Alceu Privati
Fornecedor de material : -

Mascote : Chicote

Títulos : 1 Campeonato Estadual (1948) e 3 Campeonatos Amadores da Cidade (1953, 1954 e 1955).

Time Base em 2009 : -

Técnico em 2009 : -
Cores : Azul marinho e branco
 
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Última atualização: 06/06/2009

Escudos antigos

Historia :

Após o Bispo Bom Antônio Aragão presentear com um jogo de camisas, uma equipe formada com os melhores jogadores de Várzea Grade, nascia o Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV). O jogo de estréia foi contra a equipe do Palmeiras, quando foi usado um uniforme nas cores vermelha,branca e verde. A partida foi disputada no antigo Círculo Operário, na Rua da Independência, centro de Várzea Grande (no local funciona hoje, a Conferência da Igreja Nossa Senhora do Carmo). Os heróis do jogo foram: Benedito “Sapateiro”, Assis, Ciro, Rubens dos Santos, Caetano, Boava (autor do gol), Simão (Cháfia), Alberto (Gonçalo), Lindolfo e Nono “Sapateiro”.

O primeiro presidente do Operário foi o Sr. Luís Vitor da Silva que ainda hoje vive na lendária Av. Couto Magalhães, centro de Várzea Grade. Luís tinha na retaguarda Joaquim Santana Rodrigues, Lamartine Pompeo de Campos, Oldemar Pereira, Mestre Dario, Manuel Mendes de Oliveira e Manuel Santana.

Na época, as partidas eram disputadas nos estádios Gonçalo Botelho de Campos e Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha. O futebol não profissionalizado, sendo disputado apenas na categoria amador. Foi uma fase de ouro, com o “Chicote da Fronteira” conquistando o tricampeonato de forma invicta nos anos 1953, 1954 e 1955.

Uma curiosidade foi o campeonato de 1955, o tricolor chegou ao titulo reforçando seu elenco com três jogadores contratados junto ao seu maior rival da época, o Industrial Esporte Clube Porto; Tatu, Tidinho e Bastilo. O Operário foi apelidado de “Pequeno Davi” pelo radialista Jota Alves, após empate heróico contra o poderoso Clube Atlético Mato-Grossense, gol marcado por Isaac Nassarden, em cobrança de pênalti.