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CRB
C. R. Brasil
Data de Fundação : 20/09/1912
Avenida Dr. Antônio Gouveia, 33 - Pajuçara - Maceió/AL
CEP 57.030-170
Telefone : (82) 3327-4003
Fax : (82) 3327-4003
Web site : www.crbal.com.br

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 Nome Estádio :  Severiano Gomes Filho
 Capacidade :  6.000 espectadores
 Inauguração :  09/09/1921
 Medidas :  -
 Endereço :  -

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 Nome Estádio :  Rei Pele, o Trapichão
 Capacidade :  50.000 espectadores
 Inauguração :  20/10/1970
 Medidas :  -
 Endereço :  -
Patrocinador : Alto Astral, Crystal e Crebix
Presidente : José Cabral da Rocha Barros
Fornecedor de material : Poker
Mascote : Galo de Campina
Títulos : 26 Campeonatos Estaduais (1927, 1930, 1937, 1938, 1939, 1940, 1950, 1951, 1961, 1964, 1969, 1970, 1972, 1973, 1976, 1977, 1978, 1979, 1983, 1986, 1987, 1992, 1993, 1995 e 2002 ). 1 Campeonato Brasileiro da 3º Divisão ( 1993 )

Time Base em 2012 : Cristiano, Elsinho, Filipe, Rodrigão e Rafinha; Roberto Lopes, Everton Gaúcho, Ewerton Maradona e Geovani; Pablo e Rodrigo Dantas.

Técnico em 2012 : Paulo Comelli
Cores: Vermelho e branco
Uniforme :
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Última atualização: 28/01/2012
Escudo antigo

Letra do hino 
Letra e música : Jayme Altavilla

Ao remo pois nesse norte
De glórias traçado estava
Façamos o peito forte
Que a pátria forte será

Argonautas da esperança
Vamos bem longe embalar
Nesse sonho de bonança
Ao mar, ao mar

Amemos a natureza
O mar verde e o céu de anil
Avante pela grandeza
De nosso caro Brasil

Nos momentos mais extremos
A pátria em nós terá fé
E o futuro esperaremos
Alegres firmes em pé

Em nossas veias, ardente
De marujo o sangue corre
Mocidade pra frente
Que a mocidade não morre

 
 

História

Lafaiete Pacheco foi o "grande responsável" pela fundação do CRB. Já no ano de 1911 tentaram junto a outros amigos a criação de um clube de regatas, que não vingou.

Homem de fibra, não se deixou por vencer, procurou Antonio Vianna, para juntos fundar um novo clube. E a 20 de setembro de 1912, após divergências sobre o nome da nova agremiação, foi fundado o Clube de Regatas Brasil, sob a égide "Um clube forte como a nossa pátria", à Rua Jasmin, na Pajuçara.

Além de Lafaiete Pacheco e Antonio Vianna, assinaram a ata de fundação os seguintes desportistas: João Luiz Albuquerque, Waldomiro Serva, Pedro Claudino Duarte, Tenente Julião, Agostinho Monteiro, Francisco Azevedo Bahia, João Vianna de Souza, Jorge Vieira de Macedo, Alexandre Nobre, Joaquim Pereira, Luiz Buarque, Heitor Porto, Dácio Amaral, Luiz Pizza Sobrinho, Crodegando Gomes, Gastão Silva e A. Camerino.

Seus primeiros passos foram dados na regata. Assim, através de Lafaiete Pacheco o CRB comprou, em Santos, sua primeira yole. Os sócios fundadores contribuiram com cem mil réis, e os outros cem foram tomados emprestados. Duzentos mil réis foi o valor da yole. O dinheiro foi remetido através do Banco de Pernanbuco e a yole pelo navio Itapetinga. A primeira garagem foi no quintal da casa de Antonio Vianna, um dos fundadores.

O futebol somente entrou na vida do CRB através dos irmãos Gondin mais Lauro Bahia, José Leite e Abelardo Duarte. Começaram jogando "rachas" no meio das ruas. Num desses bate bola, a redonda caiu no quintal de um senhor que não gostava de futebol e ameaçou rasgar a bola. Daí surgiu a idéia de se conseguir um local onde se pudesse jogar futebol com tranquilidade. O local escolhido para servir de campo de futebol para os rapazes treinarem foi o mesmo onde hoje se encontra o estádio Severiano Gomes Filho, no ano de 1916.

O terreno pertencia a dona Maria Torres que o arrendou ao CRB por trezentos mil réis. Era um terreno com altos e baixos. Foi necessário que os dirigentes, jogadores e torcedores trabalhassem para transformá-lo num campo de futebol, o que ocorreu. No ano de 1917, na gestão de Pedro Lima, começaram as obras de construção do estádio propriamente dito - as arquibancadas de madeira.

Na época, havia chegado da Inglaterra, Haroldo Zagalo, pai de Mário Jorge Lobo "Zagalo" ex-jogador e técnico da seleção brasileira e, entusiasmado com o trabalho dos rapazes do CRB, começou a passar seus conhecimentos para os atletas alvirrubros. Também estava em Maceió um alemão chamado Peter, que tinha muita habilidade com a bola e, juntando-se à turma melhorou consideravelmente o futebol no clube da Pajuçara. Estava plantada a semente que mais tarde daria bons frutos.